A intolerância em difusão
Publicado às 13:00h de 16/10/2015

Por Paulo Fernando dos Santos (Paulão)

Uma grande parte da mídia brasileira escolheu o ex-presidente Lula e o PT como inimigos, ao ponto de tornarem a intolerância um fato corriqueiro nas ruas e passarelas deste País. E a esse segmento midiático não interessa perceber e muito menos dizer que nos últimos 12 anos de gestão dos governos o Brasil viveu o melhor momento da sua história recente, principalmente no âmbito da inclusão social.

Faz-se a negação de tudo que foi conquistado. Mas, foi nos governos do presidente Lula que a autoestima, a confiança do povo brasileiro e a esperança de que o País tem todas as condições de dar certo e de que o povo é solução e não problema, se constituíram em realidades marcantes.

Essa memória cai por terra em função dos ataques e das versões diárias do pessimismo, da desesperança, do circulo vicioso, do túnel sem fim. É o sentimento de direita latente tentando construir uma oportunidade de poder no País, via as estratégias de mídia.

Tenta-se, desta maneira, destruir as conquistas do povo nos governos de Lula e com isso destruir também a própria autoestima dos brasileiros. Mas, por mais que façam nessa direção não vão tirar o mérito de quem promoveu a inclusão social no País, considerado assim o fenômeno fundamental do Brasil no século atual. Não há como negar a Nação dos direitos e não o da concorrência de todos contra todos no mercado.

Apostar na desesperança é o mesmo que renegar a democracia e dizer que ela não é capaz de propiciar direito para todos e que o Brasil deveria se entregar outra vez nos braços do FMI, da direita e suas lideranças que emergem com discursos fáceis e um sentimento de revanche arraigado e fundamentado na intolerância e na perseguição.

O povo brasileiro conhece bem esse caminho e sabe ao que ele remete. Mas se essa tem que ser a regra do jogo, vamos jogá-lo com altivez e a capacidade de reação democrática de nossa militância. Enquanto dirigentes partidários é nosso dever assumir a trincheira para a defesa das ideias e propostas que nos levem a consolidar o processo da inclusão das famílias que antes viviam à margem da vida cidadã.

Estamos consciente da necessidade do ajuste fiscal e defendemos que ele tenha foco na inclusão e não nos conduza para o um caminho da negação dos direitos, nem da injustiça. Tenho a certeza de que isso o nosso governo não promoverá.

Agora, mais do que nunca, nosso papel é de unir a todos os que querem a retomada do caminho do desenvolvimento, para o fortalecimento da nossa democracia contra todas as manifestações golpistas que surgem a cada dia. Apostamos no bom combate centrado nas conquistas que foram asseguradas pelos trabalhadores brasileiros ao longo dos 12 anos das gestões do Partido dos Trabalhadores no País.

Omitir-se nessa tarefa é voltar às costas às famílias pobres que conquistaram o direito de enviar seus filhos para estudarem em faculdades fora do Brasil, via universidades sem fronteiras; é dizer não aos filhos da empregada doméstica, do carroceiro, do vaqueiro, enfim, da gente humilde deste País, que conquistaram os mesmos direitos que os filhos dos ricos sempre tiveram. E isso representa ação de governo limpa, clara e cristalina em beneficio do nosso povo.

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